quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) está promovendo na manhã desta quarta-feira (30) um Seminário de Formação para aprofundar o debate sobre a reestruturação curricular do Ensino Médio. A atividade acontece no auditório do Instituto Metodista de Porto Alegre (IPA). São debatedores especialistas renomeados no País na área da Educação: Sandra Regina Oliveira Garcia, Gaudêncio Frigotto, Antonio Cattani e Gabriel Grabowski. A abertura do evento foi realizada pelo secretário de Estado da Educação, Prof. Dr. Jose Clovis de Azevedo, que ressaltou o trabalho como princípio estruturante da vida e da Educação. “Precisamos superar a dualidade entre o fazer e o pensar, sem prejuízo à carga horária, sem transformar tudo em profissionalizante”, disse.
O primeiro painelista, Antonio Cattani, destacou os aspectos do trabalho como princípio educativo, e as posições contraditórias que assume hoje na sociedade. Segundo o pesquisador, atualmente, o trabalho é visto como um princípio, um valor, desde que o trabalhador não desenvolva nenhum espírito crítico e que desempenhe suas atividades dentro das condições impostas. Outra visão é a do trabalho como um sacrifício, mas que é visto como uma ascensão ao consumo. “O trabalho é tudo ou nada”, afirmou.
Para Catanni, hoje se pode revalorizar o trabalho, não de uma forma subordinada, mas dentro do conceito de ação coletiva, que envolve diferentes sujeitos dentro de suas melhores intenções. “O trabalho é um elemento indispensável enquanto indivíduos e seres sociais. Trabalhar significa viver, é sair do discurso e partir para o mundo. É gratificante, mas não pode ser fonte de sofrimento ou aprisionamento”, destacou.
Nesse sentido, o pesquisador afirmou que o ideal educativo proposto pela Seduc tem como objetivo qualificar todos os cidadãos, qualificando-os para participar consciente do trabalho coletiva e criticamente. Cattani encerrou seu painel falando sobre a necessidade das mudanças. “O desafio é complexo, mas a mudança é necessária, podendo ser extraordinária e mudar a historia da educação no País”, disse
O primeiro painelista, Antonio Cattani, destacou os aspectos do trabalho como princípio educativo, e as posições contraditórias que assume hoje na sociedade. Segundo o pesquisador, atualmente, o trabalho é visto como um princípio, um valor, desde que o trabalhador não desenvolva nenhum espírito crítico e que desempenhe suas atividades dentro das condições impostas. Outra visão é a do trabalho como um sacrifício, mas que é visto como uma ascensão ao consumo. “O trabalho é tudo ou nada”, afirmou.
Para Catanni, hoje se pode revalorizar o trabalho, não de uma forma subordinada, mas dentro do conceito de ação coletiva, que envolve diferentes sujeitos dentro de suas melhores intenções. “O trabalho é um elemento indispensável enquanto indivíduos e seres sociais. Trabalhar significa viver, é sair do discurso e partir para o mundo. É gratificante, mas não pode ser fonte de sofrimento ou aprisionamento”, destacou.
Nesse sentido, o pesquisador afirmou que o ideal educativo proposto pela Seduc tem como objetivo qualificar todos os cidadãos, qualificando-os para participar consciente do trabalho coletiva e criticamente. Cattani encerrou seu painel falando sobre a necessidade das mudanças. “O desafio é complexo, mas a mudança é necessária, podendo ser extraordinária e mudar a historia da educação no País”, disse
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